Top 5: momentos matadores em “Red Sky at The Morning”

Top 5: momentos matadores em “Red Sky at The Morning”

“Red Sky at The Morning” já começou com a maravilhosa Indra e seu humor tipicamente ácido, Murphy e Pike se juntando para um motim. Então a tensão deixa todo mundo de olhos grudados na tela esperando por… não sabemos. Se esperamos pela destruição definitiva de Alie, ou por Luna. O Top 5 Momentos desse tenso décimo quarto episódio tá repleto de gente,e com muita ação! Mas cuidado, alerta de spoiler!

 

1. Shay. Nem preciso dizer que: Maya. Jasper há tempos busca uma forma de se recuperar, de voltar a ser quem era após a morte de Maya, por mais que esquecer a garota que lhes ajudou em Mount Weather não seja uma opção. Sabemos que ele sofre, e que ele foi um babaca por mais da metade dessa temporada, mas Jasper era o garoto com cabelos compridos e óculos de aviador que tanto amamos na primeira temporada, e que agradecemos pelos produtores resolverem não matá-lo, como a ideia original. Nós continuamos aturando-o, por mais que tivéssemos vontade de esganá-lo em boa parte do tempo. E aí o episódio começa e: Shay. A ideia era clara, e a morte dela, infelizmente, era esperada também. E, da mesma forma que a pequena garota da montanha, Shay fez o que pode para ajudar, inclusive se arrastar com uma flecha enterrada em suas costas até o container onde Bell, Octavia e Clarke estavam. Guerreiras são guerreiras em qualquer lugar do mundo.

 

2. Luna e Clarke. Todos os momentos de conversa entre as duas foram tensos e cheios de significado. Ainda no episódio passado, quando Luna é sucinta em seu “não” para a Chama nós ficamos com aquele gostinho de calmaria. Ambas tem espírito de liderança, e vê-las frente a frente, numa batalha silenciosa, foi interessantíssimo de assistir. Quando elas conversam sobre Titus e Lexa, então, nem se fale. E o fato de Luna saber convictamente que ela venceria o conclave, e que Clarke deveria agradecer que ela tinha fugido antes de enfrentar Lexa na segunda rodada foi brutal. Por mais que seja – ou era – adepta da paz, Luna é o tipo de Grounder em que todos sabem que é melhor não provocá-la, não tirá-la do sério. Agora a expectativa é enorme, porque Alie mexeu com uma pessoa que ela não conhece, e a Inteligência Artificial já está parcialmente abalada. Queremos muito saber, agora, o que vai acontecer com elas.

 

3. Combo de destruição. Enquanto Pike, Murphy e Indra estavam prontos pra destruir a mochila com a base móvel de dados da Alie, com Emori falando na orelha deles, Raven agia sozinha, numa empreitada contra a IA, atacando-a diretamente de seus códigos de formatação. E além de tudo isso, Clarke, Bellamy e Octavia estavam tentando fazer Luna aceitar a Chama e virar a nova Heda. A cena de sequência foi ótima, e nós sentimos todo o desespero em tentar ajudar a destruir Alie. Emori deixou a gente arrasados, com vontade de pegar John no colo, também. O que Alie fez com Luna foi brutal e nos fez fica chocados com a forma que eles lidam com as pessoas: descartáveis, a partir do momento que se tem a Cidade da Luz. E Raven… ah, a Raven… Reyes é a nossa engenheira favorita no mundo, e agora que ela está do nosso lado outra vez, está empenhada em destruir a IA que uma vez quase lhe destruiu. Nós torcemos com força pra que ela fizesse a coisa certa, sem saber exatamente o que era o certo.

 

4. Alie na Arca. Desde que a palavra “migração” entrou no jogo eu fiquei me perguntando “pra onde?”. Ela estava apavorada – obrigada, Raven! – em não conseguir terminar a migração antes que Murphy detonasse a mochila, ou que Luna aceitasse a Chama, ou que Raven acessasse, realmente, a Cidadela. Ela estava, literalmente, correndo contra o tempo, e como tudo nem sempre dá certo, a IA levou a melhor. E o grande X da questão nessa história é o fato dessa melhor ser na Arca. Ela conseguiu transferir a base de comando da Cidade da Luz diretamente para o sistema da Arca, o elo que não caiu. Agora o problema está bem meior para os SkaiKru porque com a IA lá em cima, atacarem fisicamente já não é uma opção tão viável, assim. Os que estão vivos com o chip podem morrer, e a base dela pode ser destruída aqui na Terra, e ainda assim ela viverá. O caos está, oficialmente, instalado na Terra, e o problema cresce como uma bola de neve morro abaixo. O que vai ser, agora?

 

5. Luna vai ajudar? Após seu “namorido” Derrick ser morto por ela mesma por ter ingerido o chip, o caos foi realmente instalado na mente da garota. Todos nós sabemos que a paz pode ser sua maior fonte de força, mas nunca, nunca mesmo, destrua algo próximo. A partir do momento que ela teve de matar Derrick para não morrer pelas mãos dele, Alie está com um alvo vermelho sangue pintado em sua testa, combinando bem com seu vestido. O fato importante nessa história toda é que ela não vai ajudar Clarke e os garotos. Ela recusou a Chama, mais uma vez, e ainda os mandou embora da mesma forma que vieram. Não lhes tomou nada, não os machucou, nem os ameaçou. Apenas os mandou embora após deixar entender que nada ficaria daquela forma. Ela vai lutar, à sua maneira. Claro que a ideia dela se juntar a Clarke, eventualmente, não está morta, mas a negociação e as consequências devem ser difíceis pra isso fazer sentido.

 

A luta agora vai ser ainda maior, e mais pesada. E nós estamos com os baldes de pipocas prontos pra assistir isso. O próximo episódio, Perverse Instantiation — Part One, vai ao ar dia 12 é a a primeira parte do fim. A reta final tá na penúltima casa do tabuleiro e nossos corações já estão apertados. Você não pode perder!

 

© Texto: Dheel Hauptmann – Equipe The 100 Brasil – Não reproduza sem os créditos.