Top 5: melhores momentos de “Stealing Fire”

Top 5: melhores momentos de “Stealing Fire”

ESTOU CHOCADA.

Sério, a gente até esperava aquele episódio por conta do hiatus de duas semanas desde o “Terms And Conditions”, mas “Stealing Fire” foi mais do que eu esperava, pelo menos. Nem preciso falar que estou morta e enterrada com as mortes, fugas, e conversas. Principalmente as conversas. Gente, já foi dito e re-dito, mas vale lembrar que essa série tem um puta elenco feminino poderoso, né? Nossa, sei nem o que dizer. Vamos lá, então, para o Top 5 Momentos desse maravilhoso capítulo! Para quem não assistiu, lembre-se: Alerta de Spoiler!

 

1. Heda. Primeiramente que a entrada de Ontari na sala foi bem louca, e muito interessante porque vai ter força pra lutar assim lá longe! Ela chegou já batendo, tirou Aden do caminho, e quase bateu em Titus também. Se Roan tivesse se metido antes teria sobrado pra ele também, aposto. E então ela solta a bomba do “quando eu me tornar heda” detalhe, que deixou todo mundo de boca aberta. Sim, já sabíamos desde o episódio que Nia morre que ela tem o sangue negro dos comandantes Grounders, mas ela basicamente desapareceu com Roan, e nós basicamente esquecemos dela. Interessante que, Lexa sai, e entra uma mulher ainda mais forte e poderosa, não exatamente na mesma vibe que nossa comandante, mas tanto quanto. Se isso nos chocou? Com certeza.

 

2. Tensão entre amigos. Em Mount Weather a tensão era tão grande que até surgiram novos personagens, como Nate, que não tinha aparecido ainda na primeira temporada, e Harper que tinha tido suas aparições, mas nada tão grande e forte como na montanha. Com isso a amizade lá dentro se fortaleceu em momento de necessidade, e Monty, Jasper, Miller e Harper foram os que seguraram as pontas com todo mundo. Ao sair, Jasper se afastou por conta da morte de Maya, e Bellamy se juntou por tê-los ajudado a fugir e pela convivência no módulo. A conversa entre Harper, Nate, Monty e Bellamy deixou os fãs levemente preocupados. Cadê aquela amizade que a gente tanto gostou e que fortaleceu basicamente todos os restantes? Cadê, em? Gostaria de dizer que isso muda no fim, mas mesmo com a ajuda que eles se deram não intencionalmente pro fim do episódio, isso é difícil de acontecer.

 

3. Sanguinária da Noite. A conversa entre Lexa e Clarke na cama é bem interessante, porque todos tínhamos curiosidades quanto as tatuagens da comandante. Agora que ela está morta e foi explicada o fato das – apenas – sete marcas em suas costas as chances disso se tornar ainda mais eletrizante aumentou em cem por cento. Por quê? Simples. Ontari apareceu com sangue negro para substituir Lexa, outra personagem feminisa fortíssima. E agora eis que surge uma Oitava Sanguinária da Noite foragida, Luna, que, convenhamos, têm TUDO para se tornar uma outra personagem fortíssima: como se já não tivéssemos várias delas. Se é assim, que venham mais: Indra, meu bem, apareça!

 

4. Lincoln e Octavia. Os spoilers da morte do menino Lincoln já tinham surgido, pra mim pelo menos, há algumas semanas. Então não foi nenhuma surpresa quando ele disse à Kane que aquele era o povo dele, e que ele não deixaria que morressem em seu lugar. A surpresa não-tão-surpresa-assim foi ele dopar Octavia pra isso. Todo mundo sabe que ela iria com ele nem que fosse escondida pra, no mínimo, tentar tirar o resto do povo Tri Kru de dentro do confinamento, então a solução dele foi prática e evita fadiga. Mas vai dizer pra mim que não doeu nem um pouquinho; ele machucou nossos corações profundamente, e eu estou sem reação. A proteção que ele concedeu à ela foi melhor (?) do que o “Eu te amo” que ele disse segundos antes, ou o “Não para você” que ele disse ao Pike quando o mesmo lhe pediu suas últimas palavras. Não sei se choro pela morte dele, ou se sorrio pela força de vingança que isso vai dar na menina Blake, de verdade.

 

5. Titus se mata. Esse episódio em Polis foi bem bagunçado. Não no sentido ruim, mas no sentido de quê Titus não parou de mudar de lado um segundo sequer. Uma hora ele ajudou Clarke e Murphy, e então ele deu a entender que ia matar a garota, para então ajudá-la em seguida. É claro que ele estava ainda mais confuso por conta da morte de Lexa, então a gente releva a situação. O que prendeu nossa atenção mesmo foram duas coisas: o que ele disse sobre a Inteligência Artificial que estava na comandante apenas expandir o caráter e as características já existentes na pessoa, o que realmente poderia ser o caos nas mãos – ou na nuca – de Ontari; e o fato dele se matar. Sério, não achei que isso fosse realmente acontecer. Ele passou para Clarke o diário onde provavelmente se encontra os passos necessários para realizar o ritual, e ninguém sabe disso, então a morte dele foi uma instauração do caos de forma lenta e planejada. Tinha como ser melhor? Provavelmente não.

 

O episódio nove foi brilhante, teve muito desespero, mas foi ótimo. Um trecho que eu, particularmente, adorei foi Murphy e a pérola “E ele gosta da cabeça dele no lugar” porque né! HAHA. Enfim, não se esqueçam que amanhã (07)  sai o capítulo dez: “Fallen”, que provavelmente estará ótimo, não perca!

 

© Texto: Dheel Hauptmann – Equipe The 100 Brasil – Não reproduza sem os créditos.